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Posted 4 November 2013, 5 months ago | reblog this post

Yaaaaaaaaaaaay! Adeus provas!!! Estava ansiosa para ler as minhas novidades, Nárnia é uma delas! Meu volume único #aiquefeliiiizzzz #narnia #livro

Posted 4 October 2013, 6 months ago | reblog this post

Mais um conto fictício, deixe suas conclusões atrás da porta.

Não importa o que você diga, que você grite ou crave com uma lâmina em mim. Eu sei o que eu fiz, eu sei perfeitamente o que eu senti, mesmo que você diga o contrário ou me faça superficialmente acreditar,eu sei o que eu sou. Não sabia exatamente o que era para você, até você gritar a plenos pulmões para que todos os pedaços da minha alma pudessem ouvir, e infelizmente cada pedaço dela escutou. Sim, me abalou, mas não mudou a maneira como me vejo, mudou a maneira como vejo você, e você não ia gostar nem um pouco dela… Nem eu mesma consigo suportar, mas saiba que eu daria meu sangue por você, e mesmo que você não acredite eu repito, para que cada pedaço da sua alma fria possa escutar, e guardar. Não há algo no mundo que eu não queira te dar. Mas você não está disposto a receber, e mais uma vez fecho uma janela, para que você não possa espiar sorrateiramente as minhas fraquezas, não meu amor, esta noite você não vai entrar.

 

Ana Carolina Andrade Maciel

 

Retirado do meu blog — http://chateauofdreams.blogspot.com.br/

Posted 4 October 2013, 6 months ago | reblog this post

Uma das minhas poesias preferidas de Bukowski.
trecho

"Preferiria morrer a chorar, não suporto 
a matilha não posso viver sem ela.
inclino minha cabeça contra o refrigerador
branco e quero gritar como
o último lamento de vida para todo sempre mas
sou maior do que as montanhas.”

Aprisionado - O amor é um cão dos diabos - Charles bukowski

Posted 3 October 2013, 6 months ago | 5 notes | reblog this post

Uma parte da minha coleção de LPs :) <3  

Posted 3 October 2013, 6 months ago | 1 note | reblog this post

Cartas para Catherine

 

       Era um fim de tarde e eu recebi uma carta, o envelope tinha apenas meu nome: Catherine. Abri curiosa pensando em quem me mandaria uma nessa era de Emails, praticamente dilacerei o papel, pois esta foi posta diretamente na caixa de correio e não tinha nenhuma informação no envelope. Não tinha nome, nem precisava, eu sabia que era dele, Henry. Comecei a sentir tontura, meu estômago embrulhou, eu senti raiva, ele não tinha o direito de remexer nas coisas que eu havia trancado nas minhas profundezas. Mas não havia ódio em suas palavras, ele estava bem, só dizia que sentia minha falta, que não entendia porque tudo ficou assim e disse que eu sempre soube escapar dele como ninguém. Ele disse “é esquisita eu sempre te subestimei, mas você sempre foi esperta demais e fugia de mim, diabos! como conseguia escapulir tão bem dos meus braços?(…)” - Talvez porque você nunca me segurou direito seu idiota (pensei alto).
       Li um milhão de vezes a carta, procurando nas entrelinhas algum sinal, mas não achei nada. Fiquei pensando no que eu responderia, porque eu sentia tanta coisa ao mesmo tempo que não caberia nos limites da sanidade nem em um papel qualquer. Passei quase uma semana pensando. Não senti vontade de correr pros braços dele porque como sempre ele não tinha dito o suficiente, acho que na verdade eu o subestimei, ele é bem mais esperto. 
       Me sentei na varanda em outro final de tarde, ventava bastante e ainda fazia um sol forte, aproveitei que eu geralmente ficava calma nesses horários, não queria soar louca nem agressiva, comecei a escrever, tentei soar delicada, assim como fazia quando ele me pedia “Ei esquisita, leia algo bom para mim”. É isso, vou ser boa.


 
"Eu também senti sua falta, sim eu senti, escondida, calada, de uma maneira bem particular. Você devia ter gritado quando eu fui embora, me segurado daquele jeito que só você sabe… Mas não, a gente se calou, cada um caminhou para uma direção cinza e sem graça. Eu não entendo a gente se divertiu tanto, foi pouco tempo, mas foi intenso, eu não fui atrás de você nem te procurei porque esse papel sempre cabia à mim e eu queria que dessa vez fosse diferente, eu estava com medo, eu estava no escuro, e você aparecia com toda aquela luz e depois sumia, eu ficava dias sem notícias e isso me matava, mas eu queria só uma palavra, que você me desse só uma palavra. Eu acho que não me arrependo da minha escolha, mas é que às vezes o passado vem só pra cuspir na minha cara e a vida anda me surrando sabe? será que se você tivesse me chamado e eu fosse com você eu ia estar assim arrebentada? Eu guardo umas lembranças bem especiais de você, espero que você também tenha umas minhas e que elas não te atormentem, porque me levou um bom tempo e boas pílulas para arrancar esse tormento de mim e o caos que você deixou. Você já não entra mais em meus sonhos, o que é bom, sim é ótimo, perdi as contas de quantas vezes acordei arruinada porque mais uma vez você me assombrou, era doloroso acordar. Eu sei que você deve me achar egoísta, mesquinha, cruel… Mas era só você ter me pedido pra ficar, era só disso que eu precisava, agora você é só mais uma lembrança bem guardada em algum canto do quarto, uma boa lembrança.

                                               Sinceramente a não mais sua esquisita e talvez não tão esperta.”
 
 
Continua, ou não.
 
Ana Carolina Andrade Maciel

Obs: Não consegui formatar de maneira decente a parte da carta, fiz o que pude.
 
 
Texto retirado do meu blog — http://chateauofdreams.blogspot.com.br
Posted 3 October 2013, 6 months ago | reblog this post
Ana Carolina, estudante de psicologia, 21 anos e professora de inglês.
Esse é meu Château, um pouco de mim.



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